Atualizado em janeiro 2026 por Dra. Samilly de Andrade
    Resumo clínico

    Espondilolistese é o deslizamento de uma vértebra sobre a outra. A maioria dos casos de grau I-II é tratada conservadoramente. Cirurgia de fusão (artrodese) é indicada para graus mais avançados com dor incapacitante ou sintomas neurológicos.

    • Graus I-II: maioria tratada sem cirurgia
    • Graus III-V: frequentemente requerem cirurgia
    • Fisioterapia e fortalecimento são fundamentais
    • Artrodese indicada para instabilidade sintomática
    Porto Alegre • avaliação com especialista em coluna
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    Espondilolistese: quando a vértebra sai do lugar

    Deslizamento vertebral que pode causar dor e limitação. Avaliação especializada para determinar a gravidade e o melhor tratamento.

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    Dra. Samilly de Andrade - Cirurgiã de Coluna

    Dra. Samilly de Andrade

    Ortopedia e traumatologia • Coluna vertebral

    UNICAMP • Albert Einstein

    Sintomas da Espondilolistese

    Sinais que indicam deslizamento vertebral

    Sintomas comuns

    • Dor lombar que piora ao ficar em pé ou caminhar
    • Dor irradiada para as nádegas e coxas
    • Rigidez na região lombar
    • Postura com lordose exagerada (hiperlordose)
    • Tensão nos músculos isquiotibiais
    • Dor que melhora ao sentar ou deitar

    Sintomas que requerem atenção imediata:

    • Fraqueza progressiva nas pernas
    • Dormência persistente nas pernas ou pés
    • Dificuldade para controlar bexiga ou intestino
    • Dor que não melhora com repouso

    Quais são os graus de deslizamento vertebral?

    A espondilolistese é classificada pelo grau de deslizamento vertebral. Esta classificação ajuda a determinar a abordagem terapêutica mais adequada.

    Grau I(0-25%)

    Deslizamento leve. Maioria tratada conservadoramente.

    Grau II(25-50%)

    Deslizamento moderado. Avaliação individualizada.

    Grau III(50-75%)

    Deslizamento significativo. Frequentemente sintomático.

    Grau IV-V(>75%)

    Deslizamento severo. Geralmente requer cirurgia.

    Tipos de Espondilolistese

    Ístmica: Fratura na pars interarticularis, comum em jovens atletas.
    Degenerativa: Desgaste articular, mais comum após os 50 anos.
    Congênita: Malformação presente desde o nascimento.
    Traumática: Resultado de fratura por trauma.

    Abordagem Terapêutica

    Tratamento baseado no grau de deslizamento e sintomas apresentados

    1. Avaliação Completa

    Exame clínico detalhado, análise de exames e histórico completo do paciente.

    2. Tratamento Conservador

    Fisioterapia, medicação e reabilitação são sempre a primeira abordagem.

    3. Procedimentos Minimamente Invasivos

    Infiltrações e bloqueios guiados quando necessário para alívio da dor.

    4. Cirurgia (Quando Necessária)

    Técnicas modernas e minimamente invasivas apenas quando realmente indicado.

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